segunda-feira, 26 de abril de 2010
A ARMADILHA DA COLUNISTA
sábado, 24 de abril de 2010
AULA NO CAMPO
quinta-feira, 22 de abril de 2010
O UNHA DE FOME - Recontando Contos Populares
quinta-feira, 15 de abril de 2010
NEM ADMIRADOR NEM RESPEITADOR - Notas Biográficas
domingo, 4 de abril de 2010
A GALINHA DO VIZINHO - Recontando Contos Populares
quarta-feira, 24 de março de 2010
SE HOUVER AMIZADE... - Seleta de Poemas
sábado, 20 de março de 2010
JUSTIÇA À MODA ANTIGA
domingo, 14 de março de 2010
A TEORIA DOS OSSOS
II POVERELLO - Seleta de Poemas
sábado, 13 de março de 2010
O DEPUTADO QUE FOI PARA O INFERNO
sexta-feira, 5 de março de 2010
A ENCOMENDAÇÃO DAS ALMAS
quarta-feira, 3 de março de 2010
MUNDO ESTRANHO
O ESTILO - Reflexões Literárias
"O estilo é o sol da escrita. Dá-lhe eterna palpitação, eterna vida. Cada palavra é como que um tecido do organismo do período. No estilo há todas as gradações da luz, todas as escalas dos sons.
O escritor é psicólogo, é miniaturista, é pintor – gradua a luz, tonaliza, esbate e esfuminha os longes da paisagem.
O princípio fundamental da Arte vem da Natureza, porque um artista faz-se da Natureza. Toda a força e toda a profundidade do estilo esta em saber apertar a frase no pulso, domá-la, não a deixar disparar pelos meandros da escrita.
O vocábulo pode ser música ou pode ser trovão, conforme o caso. A palavra tem a sua anatomia; e é preciso uma rara percepção estética, uma nitidez visual, olfativa, palatal e acústica, apuradíssima, para a exatidão da cor, da forma e para a sensação do som e do sabor da palavra." (Cruz e Souza. Outras Evocações. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1961, p. 677-8)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A JANELA - Recontando Contos Populares
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
FRASES QUE SE DESTACARAM PELOS ENGANOS
SELETA DE PENSAMENTOS (2)
A ESCRITA
Platão em Diálogos expõe a seu amigo Freudo, o inconveniente da escrita:
"A escrita apresenta meu caro Freudo, um grave inconveniente que se encontra de resto na pintura. Com efeito, os seres que esta produz têm a aparência, mas se lhe pusermos uma questão eles guardam dignamente silêncio. O mesmo se passa com os discursos escritos. Poder-se-ia acreditar que falam como seres sensatos, mas se o interrogarmos com a intenção de compreendermos o que dizem; limitam-se a significar uma só coisa, sempre a mesma. Uma vez escrito qualquer discurso chegará a todos os lados, e passa indiferentemente por aqueles que nada têm a fazer com ele. Ignora a quem deva ou não dirigir-se. Se fazem ouvir vozes discordantes a seu respeito, se é injuriado injustamente, tem sempre a necessidade de socorro do seu pai. Só por si, com efeito, é incapaz de repelir um ataque e de se defender a si mesmo". ®Sérgio.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O ENCONTRO COM A MORTE - Recontando Contos Populares
domingo, 7 de fevereiro de 2010
A LENDA DE PIGMALIÃO E GALATEIA
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
SOFISTA?
A palavra sofista vem do grego, sophos, que significa sábio, isto é, professor de sabedoria. Porém há um significado pejorativo para sophos: o homem que se vale de sofismas, ou melhor, alguém que usa de má fé para enganar o ouvinte, convencê-lo de alguma coisa que não condiz com a verdade. Atualmente a técnica valer-se de sofisma é à base da propaganda e da política, cujo lema é: um discurso bem feito vale mais do que a verdade.
Os mais famosos sofistas foram: Protágoras (485 a 411 a.C.); Górgias (485 a 380 a.C.); Híppias (460 e 399 a.C.); Trasímaco (459 a.C. a ?); Pródico (450 a 399 a.C.); entre outros. Pitágoras (570 a 596) foi o maior deles. ®Sérgio.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
MARIA DIAMBA - Seleta de Poemas
domingo, 31 de janeiro de 2010
PÉS DISFORMES - Notas Biográficas




