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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

TRISTE SOMBRA


“Ah! Não me roubou tudo a negra sorte:
Ainda tenho este abrigo, inda me resta
O pranto, a queixa, a solidão e a morte.”
(Cantando a vida, como o cisne a morte, Bocage, 1765-1805)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

COMO ANDEI MORRENDO ATÉ HOJE

"E um dia hei de morrer eu também... Totalmente.
Não como andei morrendo até hoje, sozinho,
por minha própria conta como um Rilke mesquinho
com sua rosa seca, um fantasma, um demente."
Bruno Lucio de Carvalho Tolentino ((1940—2007) foi poeta brasileiro. ®Sérgio.

domingo, 10 de maio de 2009

SAUDADES E DESALENTO - Fragmentos Poéticos

SAUDADES (fragmento)

Pálida sombra dos amores santos!

Passa quando eu morrer no meu jazigo,

Ajoelha ao luar e entoa um canto...

Que lá na morte eu sonharei contigo.

DESALENTO (fragmento)

Feliz daquele que no livro d’alma

Não tem folhas escritas

E nem saudade amarga, arrependida,

Nem lágrimas malditas!

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, 1831 — Rio de Janeiro, 1852) poeta da segunda geração romântica (Ultra Romântica, Byroniana ou Mal do Século), contista, dramaturgo, escritor e ensaísta brasileiro. ®Sérgio.